segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Paradoxal...

João Ripper
 
A sede que bebe
A fome que come
A seca que molha
A cegueira que olha
A chama que apaga
A dor que em mim sorri...
 
Moisés Augusto Gonçalves, in Fragmentos Impertinentes - 2013

4 comentários:

Guaraciaba Perides disse...

Tese, antítese e síntese na dialética da poesia.
Um abraço

Arnoya Ari disse...

Um poema bonito e profundo.

CHARO disse...

Pocos versos pero que dicen mmucho.Saludos

Nenzito (José Maria Gonçalves) disse...

O reverso da vida.