domingo, 17 de novembro de 2013

Brigadas do medo chegam a galope;
Minha gente resiste  com silêncios,
gemidos,
revoltas.
Gritam Amarildos,
bradam horizontais assembleias;
Saraus Vira-latas latindo poesia;
Catracas ruindo nas ruas;
Estação de praias onduladas de corpos
em busca de outras águas.
Liberdade-couraça,
terra sem amos,
sonhos de gentes que vencem os medos.

Moisés Augusto Gonçalves, in Tantos

4 comentários:

CHARO disse...

Paso para dejarte mi huella, esta vez no he logrado entender tu poema.Saludos

Carlos Augusto Pereyra Martínez disse...

Lo intuyo como tierra donde el miedo es opresión...desolación para la vida...UN abrazo, y siempre es un placer leer sus versos. Un abrazo. carlos

Moisés Augusto Gonçalves disse...

Os versos se referem a inúmeros movimentos e articulações sociais e políticas em belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil,nos dias atuais...

Seja feliz!

Nenzito (José Maria Gonçalves) disse...

Lutar sempre!