terça-feira, 24 de setembro de 2013

Confiteor


Confesso.
Já faz tempo, vivo um triângulo amoroso.
Desses sem ângulos que estreitam
ou pontas que expulsam;
desses que alargam o olhar,
o tamanho da alma
e agigantam os sonhos.
Nós três:
coração,
livros,
teclado.
Sem culpas!

Moisés Augusto Gonçalves, in Fragmentos impertinentes

10 comentários:

Paulo Francisco disse...

Bela triangulação.
Um grande abraço

Rô... disse...

oi Moisés,

escolheu muito bem os seus amores...

beijinhos

Nenzito (José Maria Gonçalves) disse...

Amores profundos.

Arnoya Ari disse...

Uma boa confissão, que é a inveja de muitos.

stella disse...

Amor a tres bandas, sin culpas y con una gran belleza y sentimientos
Un abrazo poeta
Stella

Sônia Silva disse...

Bela postagem,

bjs

Moisés Augusto Gonçalves disse...

Meus jardins agradecem a visita e comentários.

Berzé disse...

Uma chuvinha ajuda!
Abração!
Berzé

Carlos Augusto Pereyra Martínez disse...

Son estrechamente íntimos, con la naturaleza del escritor. Quizás este triángulo, entre sus elementos se opugnen...pero cuanto uno los necesita para el ejercicio de la escritura literaria, y la que sale del corazón. UN abrazo. carlos

Márden Moreira de Carvalho.... disse...

Uma confissão que nos convida ao mesmo "pecado". Sem culpas!