terça-feira, 16 de outubro de 2012



O casebre de minha poesia
é feito de versos de adobe e suor,
barro amassado,
ritmado de pés e muitas histórias.
Telhado de sapê e lua cheia,
chão de terra batida,
janela rasgada no peito aberto,
acabamento rústico.

Moisés Augusto Gonçalves, in Fragmentos impertinentes

11 comentários:

flor de cristal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
flor de cristal disse...

Que beleza de versos...eu daqui das Minas Gerias senti até o perfume que exalou das palavras...

Beijos!
flor de cristal

Lasse disse...

Beautiful !

Leonardo B. disse...


[poema é casa inacabada,

rio sem margem,
um pouco, um tudo, um nada.]

um imenso abraço,

Leonardo B.

Literatura & Companhia Ilimitada disse...

Belo poema. Pequeno na estrutura, porém gigante na profundidade.

Abraços,

Rosemildo Sales Furtado.

Arnoldo Pimentel disse...

Parabéns pelo belo poema.

Doris Dolly disse...

Moisès...

Me han encantado tus versos, por lo bonito de su contenido y esa casita a la que te refieres.

¡¡¡ hermoso !!!

un beso

Moisés Augusto Gonçalves disse...

Grato pela visita! Continuamos juntos, cantando a vida...

Nenzito (José Maria Gonçalves) disse...

Casebre precioso!

Moisés Augusto Gonçalves disse...

...E sempre acolhedor...!

Márden Moreira de Carvalho.... disse...

Casebre de grande valor.