terça-feira, 26 de abril de 2011

Muitos dardos atingiram meu peito.
Apenas um resistiu ao tempo,
deixando sua marca indelével:
o que rasgou minhas carnes
inscrevendo seu nome sombreado de prata,
seu cheiro e encanto de botão em flor.
Dardo-cupido.

Moisés Augusto Gonçalves, in Fragmentos impertinentes

7 comentários:

Natural.Origin disse...

Depois de muitas luas...
"Aqui"
Sorriso:)

Arnoldo Pimentel disse...

Muito bonito o poema, parabéns poeta.

Idea disse...

Gracias por hacerte seguidor/a de "Hagamos Ideas".

Un abrazo.

Berzé disse...

Sempre Moisés, sempre muito bom!
Abração!
Berzé

Histórias e Versos disse...

Eita poeta, que não para de nos surpreender, com o fôlego intacto. Maravilha.Outra obra prima. De frei a capeta, da ousadia que rasgou céus e infernos, a poesia-pérola, primordial.

Um abraço fraterno,
Marcos Vinícius.

Fátima disse...

Deixei um presente para vc lá na Maraláxia- Um Meme
Passe lá para pegá-lo!
Com carinho
Fatima

Nenzito (José Maria Gonçalves) disse...

As velas dão um toque muito especial!