sábado, 29 de novembro de 2008

O inferno dos vivos...



“L’inferno dei viventi non è qualcosa che sara; se ce n’è uno è quello que è già qui, l’inferno che abitiamo tutti i giorni, che formatiamo stando insieme. Due modi ci sono per non soffrirne. Il primo riesce facile a molti: accetare l’inferno e diventarne parte fino al punto di non vederlo più. Il secondo è rischioso ed esige attenzione e apprendimento continui: cercare e saper riconoscere chi e cosa, in mezzo all’inferno, non è inferno, e farlo durare, e dargli spazio”.



(Ítalo Calvino, La cittá invisibili)

3 comentários:

Caudilho disse...

Mas que covardia, doutor! Nem todos falam italiano, capice?

Moisés Augusto Gonçalves disse...

Capisco! Entendo. Trata-se de um dos mais belos finais de livro que já li.Traduzindo:
"O inferno dos vivos, se existe, não é o que foi nem o que será. É aquele que formamos vivendo juntos. Há duas maneiras de não sofrer: a primeira é fácil,basta você se adaptar ao inferno, fazer parte dele, ao ponto de não mais percebê-lo; a segunda é árdua e exige atenção e cuidado contínuos, que é no meio do inferno, você descobrir quem e o que não é inferno, e preservá-lo e ir adiante..."

Anônimo disse...

É mestre , o inferno são os outros , rsrsrs
E no meio dos outros nos encontramos com nossas fraquezas e com nossa força.
Assim aprendi com vc , meu amigo, preservar o que não é inferno , meu anjo e capeta Moisés
Bj